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Nietzsche e os pólos: Filosofia e administração PDF Imprimir E-mail
Escrito por Maria Ignez e César Mendes   
Dom, 09 de Outubro de 2011 13:06
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Nietzsche e os pólos

Quando mergulhamos na obra do filósofo alemão Friedrich Nietzsche encontramos questões densas e polarizadas. Refletir sobre um determinado assunto tendo o filósofo alemão como guia é mesmo que navegar em um mar aberto tendo a frente à diversidade de implicações que o pomo da pesquisa sugere. Deste modo, indagar, propor ou mesmo acentuar uma perspectiva sempre revelara a possibilidade das justas críticas partindo de outras chaves de leitura.

Durante o nosso último encontro do grupo de estudo Filosofia e administração, o tom do confronto de idéias, esteve em jogo à concepção nietzscheniana da moral do nobre e do escravo – apresentada na obra Genealogia da Moral.

Em busca de um melhor entendimento acerca do que se passa no interior das organizações especialmente no universo dos gestores – daqueles que aplicam o capital da empresa, refletem os rumos da organização – óticas diversas surgiram tendo o filósofo alemão como pano de fundo, repercutindo a necessidade de aprofundar as questões, aperfeiçoar as definições.

Por fim, vale ressaltar que a diversidade de perspectivas salienta as diversas implicações em que o tema organização encontra-se inserido. Desta forma o confronto de olhares é mais que salutar, visto que estamos tratando de um tema que possui mobilidade própria, nas decisões das pessoas que engendram e garantem o funcionamento das organizações.

Para o próximo encontro

Pretendemos retomar na próxima segunda-feira 17 de outubro as discussões tendo em vista o que cada um ficou de pesquisar, considerando a necessidade de olharmos para o universo do dito colaborador, que a mercê das comunicações internas ou externas das diversas organizações vivencia as dores de ser um dentre outros a margem do que possa vir a ser o crescimento da empresa, visto que sua participação nos lucros da empresa não existe, é dada a ele a participação para gerar o crescimento da empresa – considerando as projeções que esta faz aos seus acionistas – sem a devida participação no resultado final que é o ganho financeiro da instituição.

Diante deste cenário como responder ao sofrimento que acontece no cotidiano das pessoas que trabalham nas organizações? Porque pessoas se suicidam no trabalho? Porque tem aumentado o consumo de medicamentos tendo em vista o aumento da produtividade empresarial? O que a moral do nobre e do escravo em Nietzsche tem a nos dizer para refletirmos sobre estas e outras questões?

Por fim, será que não estamos adentrando na concepção de capital humano? O que é capital, o que tem de humano?

Última atualização ( Dom, 09 de Outubro de 2011 19:08 )
 

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